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A CANÇÃO DO DELIRANTE AENGUS

Quarta-feira, 06.06.07

 

 

 

 

A Canção do Delirante Aengus

(1899)

Eu fui para uma floresta de nogueiras,          

Porque minha mente estava inquieta,                                
Eu colhi e limpei algumas nozes,
E apanhei uma cereja, curvando o seu fino ramo;
E, quando as claras mariposas estavam voando,
Parecendo pequenas estrelas, flutuando erráticas,
Eu lancei framboesas, como gotas, em um riacho
E capturei uma pequena truta prateada.

Quando eu a coloquei no chão
E fui soprar para reativar as chamas,
Alguma coisa moveu-se e eu pude ouvir,
E, alguém me chamou pelo meu nome:
Apareceu-me uma jovem, brilhando suavemente
Com flores de maçãs nos cabelos
Ela me chamou pelo meu nome e correu
E desapareceu no ar, como um brilho mais forte.

Talvez eu esteja cansado de vagar em meus caminhos
Por tantas terras cheias de cavernas e colinas,
Eu vou encontrar o lugar para onde ela se foi,
E beijar seus lábios e segurar suas mãos;
Caminharemos entre coloridas folhagens,
E ficaremos juntos até o tempo do fim do tempo, colhendo
As prateadas maçãs da lua,
As douradas maçãs do sol.

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publicado por teresworld às 15:36


2 comentários

De Sindarin a 07.06.2007 às 18:48

Olá! Venho agredecer-te a amável e simpática visita e as palavras lindas k me deixaste. Obrigado sincramente. Tb gostei do teu cantinho e voltarei. Quando quiseres voltar terei muito gosto de receber a tua visitinha tb se quiseres. Um grande beijinho de amizade. Obrigada pelo carinho.

De Cöllyßry a 10.06.2007 às 22:56

Nesta bela poesia, meu doce beijo deixo______

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