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A FONTE

Quinta-feira, 22.11.07

 

 

 

 

 

 

 

 

A fonte que jorra de mim esvaisse

e um pequeno fio desliza

percorrendo os espaços vazios

lentamente sem vivacidade

acariciando monotonamente o nada

funestas e sombrias

as sombras assombram-me...

 

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publicado por teresworld às 23:34


4 comentários

De V.A.D. a 23.11.2007 às 02:01

Oh, amiga...! Espero que a nascente seja rapidamente alimentada com águas cristalinas, que lavem o espírito e erradiquem esses momentos de tristeza, que me contagiam...
Desejo-lhe uma noite cheia de luz!

Um beijo...

De cindamoledo a 23.11.2007 às 17:12

Espero que esteja tudo bem. Triste poema. mas belo beijinhos cinda

De Emanuela a 24.11.2007 às 01:15

Há esses momentos, amiga, em que parece que toda energia extinguiu-se de nós... Mas a fonte é infinita, e há de voltar a antiga vivacidade. É o que desejo-te!
Beijinhos carinhosos!

De lord_of_darkness a 24.11.2007 às 10:23

Pegando num excerto da sua poesia;
(E um pequeno fio desliza) aproveito para lhe lembrar que, os grandes oceanos nasceram de um pequeno fio de água que brota de uma qualquer serra, formando um riacho, um lago, um rio e só depois terá a grandeza de oceano.
Espero que a sua fonte continue a emanar um fio mesmo que pequeno mas com a grandeza da poesia com que nos presenteia.
Lord Darkness.

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